segunda-feira, 20 de abril de 2015

PROVÉRBIOS de ABRIL

Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.
 
Em Abril águas mil.
 
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
 
Abril molhado, sete vezes trovejado.
 
Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.
 
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
 
Em Abril cada pulga dá mil.
 
Quem em Abril não merenda, ao cemitério se encomenda.
 
Tarde acordou quem em Abril podou.
 
Em lua de Abril tardia, nenhum lavrador confia.
 
Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.
 
O vinho e Abril é gentil.
 
No princípio ou no fim, Abril é ruim.
 
O grão em Abril, nem por semear nem nascido.
 
Sáveis por S. Marcos (dia 25) enchem os barcos.
 
Não há mês mais irritado que Abril zangado.
 
Inverno de Março e seca de Abril deixam o lavrador a pedir.
 
Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.
 
Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.

Abril, Abril, está cheio o covil.

Não há mês mais irritado do que Abril zangado.

No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.

Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
 
Em Abril queima a velha o carro e o carril.

Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.

Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.








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